Confesso uma má vontade literária hoje. Minha cabeça está ainda meio mexida por causa do filme de ontem. Atividade Paranormal é sim um dos filmes mais aterrorizantes que já assisti. E nem é pela história em si ou pela maneira de se contar um conto horrendo aonde o desespero humano é retratado de forma tão aguda e crescente na questão do pavor. Mas esse filme é daqueles que grudam na sua retina e seu cérebro tem dificuldade em inverter as imagens e estas continuam disformes e aterrorizantes na sua cabeça. Não é o medo do que é palpável e se pode ver, mas daquilo que teima em parecer muito menos tocável e claustrofobicamente encaixado nas suas maiores fobias.Enfim...............
Em tempos aonde a discussão da pirataria virtual parece querer tornar-se caças às bruxas, temos ainda boas novas dentro do mundo formado por claves de sol.
Que Paul McCartney foi um Beatle é pleonasmo. Que o cara continua na ativa fazendo coisas sensacionais é muito mais ainda. Se ele é ou não o substituto do verdadeiro que morreu nos anos 60 é uma dúvida cruel, mas o braço engajado do músico está aí para dar sinais de vida. MEAT FREE MONDAY é a campanha ambiental que Paul e suas filhas fazem parte e que tem por objetivo trazer soluções ambientais em relação ao impacto que o consumo de carne tem sobre o meio ambiente.
A idéia é simples:
Abolir do seu cardápio nem que seja apenas uma vez por semana o consumo de carne. Um dia apenas é o necessário para colocar a idéia em andamento e diminuir a devastação causada pelo consumo excessivo de carne em relação ao meio ambiente. O site ainda traz algumas receitas sobre alimentação saudável levando em conta o não uso da matéria animal de consumo. Para quem não vive sem churrasco é uma boa maneira de começar a pensar diferente em relação a própria saúde e a do mundo onde vivemos. O link do site está na seção GD RECOMENDA aí do lado. O mais bacana é a música composta por Macca para a campanha, que você pode baxar grátis........
Há uma semana atrás escrevi sobre o festival South by Southwest que acontece nos Estados Unidos no ano que vem e que já tinha uma pequena lista de atrações, incluindo aí alguns nomes brasileiros. Pois bem, hoje saiu mais uma atualização das atrações do festival. E mais dois nomes brazucas que vão fazer parte do elenco do festival. Sylvia Patricia e R. Sigma vão compor o braço brasileiro do festival em Austin. A lista completa você pode ver AQUI.
Não conhece nenhum dos dois, pode dar uma olhada então:
Não conhece nenhum dos dois, pode dar uma olhada então:
Não vou nem opinar..........
Quando as coisas parecem ser mais do mesmo é sempre bom recorrer as melhores influências. Um toque de Cure aqui, outro de Echo and The Bunnymen acolá. Já foi assim com os viscerais Glasvegas ou com os Cinematics (aliás essa semana resenha do sensacional discos dos caras).
Então para que fugir das citações de sucesso ou procurar algo de novo em sons velhos. Parece até um pouco preguiça ou má vontade, mas os THE COURTEENERS não se importam muito com isso pelo visto. O novo disco dos ingleses de Manchester que se chamará Falco vai sair só em fevereiro, mas aqui no GD você escuta antes uma dessas faixas, a disfuncional mas bela Cross My Heart And Hope To Fly:
Na mesma linha de influências, mas com uma densidade muito mais opaca que a de costume a banda TRAILER TRASH TRACYS, que já não é tão nova assim (o single de estréia da banda saiu em agosto) imprime nas melodias uma cadência tão secretamente vagarosa, que muitas vezes você se sente sob o efeito de algum desacelerador do seu SNC. Vozes que remetem à uma tormenta de sussurros seguida de vontade compulsiva de cortar os pulsos com faquinha de pão Pullman. Tudo bem que você vai lembrar de uma música antiga daquele filme do Tom Cruise onde ele e o Val Kilmer ficam brigando para ver quem é que vai "ride in the tail" de quem.
Escuta aí embaixo Candy Girl.......
Se alguém convida você para assisitir um show de um artista que se chama CATALDO você iria??????
Se você por acaso você fosse audacioso o bastante para encarar as gozações depois poderia ir sem medo de errar. Eric Anderson o músico de Seatlle por trás desse nome no mínimo esquisito gosta de nuances mais minimalistas e banjos de outro planeta. Você consegue dormir bem ao som do cara. Músicas leves para aqueles dias em que a preguiça de fazer as coisas se torna tônica de cor primária.
Cataldo / Black And Milds
Quando as coisas parecem ser mais do mesmo é sempre bom recorrer as melhores influências. Um toque de Cure aqui, outro de Echo and The Bunnymen acolá. Já foi assim com os viscerais Glasvegas ou com os Cinematics (aliás essa semana resenha do sensacional discos dos caras).Então para que fugir das citações de sucesso ou procurar algo de novo em sons velhos. Parece até um pouco preguiça ou má vontade, mas os THE COURTEENERS não se importam muito com isso pelo visto. O novo disco dos ingleses de Manchester que se chamará Falco vai sair só em fevereiro, mas aqui no GD você escuta antes uma dessas faixas, a disfuncional mas bela Cross My Heart And Hope To Fly:
Na mesma linha de influências, mas com uma densidade muito mais opaca que a de costume a banda TRAILER TRASH TRACYS, que já não é tão nova assim (o single de estréia da banda saiu em agosto) imprime nas melodias uma cadência tão secretamente vagarosa, que muitas vezes você se sente sob o efeito de algum desacelerador do seu SNC. Vozes que remetem à uma tormenta de sussurros seguida de vontade compulsiva de cortar os pulsos com faquinha de pão Pullman. Tudo bem que você vai lembrar de uma música antiga daquele filme do Tom Cruise onde ele e o Val Kilmer ficam brigando para ver quem é que vai "ride in the tail" de quem.Escuta aí embaixo Candy Girl.......
Se alguém convida você para assisitir um show de um artista que se chama CATALDO você iria??????Se você por acaso você fosse audacioso o bastante para encarar as gozações depois poderia ir sem medo de errar. Eric Anderson o músico de Seatlle por trás desse nome no mínimo esquisito gosta de nuances mais minimalistas e banjos de outro planeta. Você consegue dormir bem ao som do cara. Músicas leves para aqueles dias em que a preguiça de fazer as coisas se torna tônica de cor primária.