28 de setembro de 2010

GD 60 OK EU ADMITO....

Sim, existe um certo grau obssessivo em ficar escrevendo sobre uma mesma banda toda a vez que aparece uma entrevista nova, uma canção que você não conhecia ou algum novo ângulo sobre as sombras despejadas em cada específico pedaço de sua alma. Ou isso ou você passou muito tempo lendo os artigos de como escrever sobre rock, feitos pelo Lester Bangs. O site Scream & Yell tem o texto em questão, retirado da publicação Street Gazette em 10/10/1974. Se você tiver um tempo, obrigação prazeirosa em ler. E um obrigado ao Marcelo Costa por disponibilizar o texto no site. CORRE AQUI (depois de ler o GD obviamente)



Isso fica evidente cada vez que você (na verdade eu), descubro uma nova informação sobre a minha atual banda predileta, As Carniceiras, como define a vocalisa TERI GENDER BENDER. A entrevista foi feita para um programa mexicano, que registrou o show na casa El Emperial. Em espanhol fica mais claro toda a história dos motivos e razões que Teri construiu as Le Butcherettes. Tudo aquilo que já está floreado nos textos desse ignóbil redator de linhas clichêzentas. Aliás a outra história sobre a mais nova dona do ventrículo esquerdo, você pode ler AQUI.

Mas o toque de midas da entrevista são as respostas do baterista NORMANDI HEUXDAFLO. Onde diz que os ideais feministas de Teri e da banda são exatamente aquilo que ele também buscava como homem. A resposta se completa com a vocalista deixando claro que a busca por respeito, evolução e transcendência é independente do gênero. E agora me diz se você vai conseguir ficar imune à ela???

De quebra ainda mais uma canção da banda, dessa vez um single lançado no começo do ano KISS AND KILL. Não deixando pedra sobre pedra, no melhor estilo riot girrrrrlllll.
Algo me diz que Mary Louise arrumou uma concorrente (hihihihihi)....