22 de maio de 2015

,

considerações...

Deus absconditus,
Deus nullus Deus,
Deus nisi Deus...


O disco do Faith No More veio-me como um AC/DC,
embebido em anfetamínicos sem mais avisos,
equação capitalista para os projetos paralelos...
porém;

a duvida sobre uma audição em vinil
ou sem interrupções à respeito do novo single de Nelly ou Hoozier...
ou a mais nova playlist do verão,
soaria como sim a experiência definitiva
e porque não dizer melhor...

... do que adianta colocar podcast,
a busca de artistas ainda confunde
bandas de mesmo nome & coletâneas de outros gêneros

por exemplo...

Fantômas,
projeto solo de Patton,
o programa não consegue identificar
diferença entre a banda & coletâneas eletrônicas

Se as canções são formadas por 0s e 1s,
os leitores computadorizados
poderiam programar-se para compreender
diferenças genéticas das notas;

O binário não é o novo átomo?

Seria possível modificar a forma como as moléclaves sonoras
são lidas pelos programas... Criar distinção,
reinterpretar para existir liberdade de escolha...

... assim os mecanismos de busca dos mudos
cérebros eletrônicos... Cantados pelo pai da noiva,
como o Spotify
seriam dezenas de vezes mais eficientes...

Convenço-me cada vez mais que Zuckerberg é o Maluf do Vale do Silício...