A Fábrica de Medos
abre suas portas - Raivosas
Gaiolas repletas de cães
Ordinary Bellicose Master
Asas egoístas libertas
sombreando corpos em dor
Plenas maneiras ímpares
alcançadas pelas mãos
extensíveis
-- Uma Casa Celestial feita de sangue
única saída de muitas Portas, Cedro
iluminúrias. Uma abóboda
de eterno rebentar -- Catarse
Enquanto o cérebro
percorre trilhos
Esvai-se em elétricas trilhas
exatas
Confronto sempre aos bordos
N'uma Guerra sempre Infinita
onde o Ódio
sempre mais perene que a Vida
Voar, voar, voar, Voe!
Acima da poluição & penas castas d'óleo
Acima dos rastro dos corpos Secos & Mortos
Acima do cadafalso de uma vida dodecassílaba
Pois sombras de um esconder são diáporas
Pois o cuidado arou giros do cíngulo
Pois para sempre tornou o encéfalo cravado
Enfim a Ira tornou-se névoa
Enfim como fuligem soprada
Enfim deteriorou-se
[nas arestas
Destrua então A Máquina sem Asas
Branca Máquina sem coração ou Vivalma
Máquina senso higienista
Alocada me órbitas meritocráticas
Geneticamente nascidas em brancos bandeirantes