Ao nascer da madrugada,
por entre a alquimia de apreensão,
raiva e medo,
percebe mais ligações entre espécies diferentes,
elo intrínseco.
Imagina,
se por um acaso mal explicado,
fosse uma criança a presença além alma que estivesse adoecida,
ao invés do mamífero em alva cor.
Senta-se acadeirando-se no sofá,
dormentes genos formam fogueiras,
ardem,
pensa novamente na criança,
a esquece com a mesma força de criação.
Ao lado o olho corre,
o cão suspira,
buda espera o cair da gasolina e o acender do fósforo,
chamas consumindo o mártir que dorme sem saber.